terça-feira, 23 de abril de 2019
Cultura Crossdresser: Ator Jude Law faz papel de mulher em novo filme
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quarta-feira, 17 de abril de 2019
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Feliz ano novo crossdresser
Por Sttefanne Camp*
*Sttefanne Camp Saint Vincent é casada, residente em Valinhos-SP e trabalha em Campinas.
Ano Novo... e para nós, crossdresser?
“Ano Novo, Vida Nova”, assim já diz o dito popular, e realmente há uma verdade, que podemos observar logo nos primeiros dias do ano, o qual é conhecido como “Confraternização Universal”. Desta forma, para muitos, é uma forma de começar o novo ano “com o pé direito”, outros, seguir as “Resoluções de Ano Novo” e, algumas pessoas, rever o que pra elas, constituem algo de valor imensurável, as amizades.
E para nós, crossdresser? O que seria começar com o pé direito? Quais seriam nossas resoluções de ano novo? Será que tudo isso não teria sentido se nossas amizades estivessem num primeiro plano? Até porque, na maioria das vezes, devido às nossas condições, só podemos contar com nossas amizades cd’s, sendo elas virtuais, ou quando as conhecemos pessoalmente. Esse dia pode ser o momento de pensar nessas amigas, que conhecem nosso crossdressing, ainda mais que muitas de nós nem podemos contar com nossas s/o’s, esposas, parente ou amigos (amigos mesmo).
Não seria este o tempo oportuno de pensar nessas amizades? De aumenta-las? De valorizá-las? Ou quem sabe, sair de nossos “aquários invisíveis” aos poucos, observando que podemos buscar ajuda e também ajudar? Está certo que ainda não é chegado o tempo para muitas crossdresser “sair do armário”, mas, no momento em que descobrem amizades que passam ou passaram por situações similares a sua, começam a sentir as brisas de sua própria liberdade. E a partir deste momento, começam a brotar em seus pensamentos, observações como “... Porque vários amigos podem se reunir para assistir a uma partida de futebol?...”, ou “...amigas podem ir a uma loja, e depois a um restaurante bater papo?...”, e mesmo “...várias pessoas se reúnem para um churrasco, ou um jantar...”, e completam estas frases com “...mas nós, crossdresser, porque não podemos nos juntar pra conversar sobre nosso crossdressing?...Se grupos se reúnem pra falar sobre futebol, política e trabalho, porque nós não podemos nos reunir e falar sobre salto alto, combinações de meias finas, maquiagem, ou mesmo sobre o nosso dia-a-dia (trabalho, família, alegrias, angústias, dúvidas e descobertas), enfim, tudo aquilo que também é de nosso interesse?”.
Se pensarmos bem, talvez seja este tempo também, de quando dizermos “Ano Novo, Vida Nova”, pensar em novas perspectivas para nossas meninas que existem em cada uma de nós (e meninos, para as crossdresser masculinas), e quem sabe, nossas amizades, que comentamos anteriormente, possam nos mostrar uma nova visão de nosso crossdressing? Finalizo esta mensagem, comentando a foto que se segue, da primeira crossdresser que conheci, isso antes mesmo de possuir MSN ou Facebook, a Natalia Yagami, que me cedeu uma imagem que ilustra e resume este texto, ao mesmo tempo, desejando um Feliz 2.019! Beijos...
(O texto é antigo,mas ainda assim valido).
*Sttefanne Camp Saint Vincent é casada, residente em Valinhos-SP e trabalha em Campinas.
Ano Novo... e para nós, crossdresser?
“Ano Novo, Vida Nova”, assim já diz o dito popular, e realmente há uma verdade, que podemos observar logo nos primeiros dias do ano, o qual é conhecido como “Confraternização Universal”. Desta forma, para muitos, é uma forma de começar o novo ano “com o pé direito”, outros, seguir as “Resoluções de Ano Novo” e, algumas pessoas, rever o que pra elas, constituem algo de valor imensurável, as amizades.
E para nós, crossdresser? O que seria começar com o pé direito? Quais seriam nossas resoluções de ano novo? Será que tudo isso não teria sentido se nossas amizades estivessem num primeiro plano? Até porque, na maioria das vezes, devido às nossas condições, só podemos contar com nossas amizades cd’s, sendo elas virtuais, ou quando as conhecemos pessoalmente. Esse dia pode ser o momento de pensar nessas amigas, que conhecem nosso crossdressing, ainda mais que muitas de nós nem podemos contar com nossas s/o’s, esposas, parente ou amigos (amigos mesmo).
Não seria este o tempo oportuno de pensar nessas amizades? De aumenta-las? De valorizá-las? Ou quem sabe, sair de nossos “aquários invisíveis” aos poucos, observando que podemos buscar ajuda e também ajudar? Está certo que ainda não é chegado o tempo para muitas crossdresser “sair do armário”, mas, no momento em que descobrem amizades que passam ou passaram por situações similares a sua, começam a sentir as brisas de sua própria liberdade. E a partir deste momento, começam a brotar em seus pensamentos, observações como “... Porque vários amigos podem se reunir para assistir a uma partida de futebol?...”, ou “...amigas podem ir a uma loja, e depois a um restaurante bater papo?...”, e mesmo “...várias pessoas se reúnem para um churrasco, ou um jantar...”, e completam estas frases com “...mas nós, crossdresser, porque não podemos nos juntar pra conversar sobre nosso crossdressing?...Se grupos se reúnem pra falar sobre futebol, política e trabalho, porque nós não podemos nos reunir e falar sobre salto alto, combinações de meias finas, maquiagem, ou mesmo sobre o nosso dia-a-dia (trabalho, família, alegrias, angústias, dúvidas e descobertas), enfim, tudo aquilo que também é de nosso interesse?”.
Se pensarmos bem, talvez seja este tempo também, de quando dizermos “Ano Novo, Vida Nova”, pensar em novas perspectivas para nossas meninas que existem em cada uma de nós (e meninos, para as crossdresser masculinas), e quem sabe, nossas amizades, que comentamos anteriormente, possam nos mostrar uma nova visão de nosso crossdressing? Finalizo esta mensagem, comentando a foto que se segue, da primeira crossdresser que conheci, isso antes mesmo de possuir MSN ou Facebook, a Natalia Yagami, que me cedeu uma imagem que ilustra e resume este texto, ao mesmo tempo, desejando um Feliz 2.019! Beijos...
(O texto é antigo,mas ainda assim valido).
segunda-feira, 3 de setembro de 2018
As possuidas
As Possuídas
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É muito simples culpar aos espíritos, por assim dizer, dos atos que tomamos quando estamos garotas. “Não, eu não sou gay, eu não gosto de homem, são os espíritos que me forçam a ficar com homens”, nada mais conveniente, nada mais falso. Não são os espíritos que fazem você ter desejo por homens.
Você tem o desejo por homens, mas como não consegue administrar muito bem isto na sua cabeça, acaba por criar um personagem, alguém que possa fazer isto, sem te causar tanta culpa.
Ou então, você é uma das crossdressers héteros, que não curtem homens, mas em algum ponto na sua infância ou adolescência teve uma maior identificação com uma figura feminina do que com uma masculina. Mas você não pode demonstrar isto, teme ser confundindo com gay, não ser compreendido. Daí vem ela, o seu lado garota, para permitir que você use todo ou qualquer símbolo do universo feminino, para finalmente poder se identificar com aquilo que estava lá na sua infância, e então se sente mais completa, mais compreendida.
Posso citar milhares de exemplos de motivos para você ser uma cd. Cada uma possui o seu, mas gosto sempre de lembrar que nossas meninas não vieram para nos julgar, nos amaldiçoar ou nos colocar em situações de risco. Elas vieram nos libertar, comunicar, enfim, são uma fonte enorme deautoconhecimento. Não somos possuídas, estamos apenas nos conhecendo.
Crossdresser e lésbica
![]() | As coisas nunca são tão preto no branco como alguns podem supor. Há crossdresser que passam por uma verdadeira transformação, colocam cílios, unhas, roupas completas, peruca e fazem tudo isto para acabar na cama com outra mulher. Estou falando das nossas amigas crossdresser e lésbicas. Como disse, as coisas não são tão preto no branco, e existe sim homens que gostam de se travestir de mulher para mulheres. |
Marco namora com a Simone. Eles formam um casal bem gracinha e que beira a perfeição. O que poucos sabem é que Marco na cama gosta de ser chamado de Valéria. Para completar a fantasia, ele coloca uma peruca, calcinha e se travesti de mulher. Simone senti grande atração pela sua Valéria. "Eu não me sinto lésbica, porque não saberia como lidar com uma vagina, mas tenho atração em transar com a minha namorada", afirma Simone.
Valéria e Simone não são um caso único, elas me enviaram um e-mail e contaram a sua história, mas se você quer mais casos basta ir até uma sala de bate-papo que tenha crossdressers. No bate-papo do UOL há travestis e mulheres que investem em cima das crossdressers. Eu mesma já fui alvo de algumas cantadas (nenhuma aceita, porque só sou homossexual quando estou de Diego).
Além das mulheres há crossdressers que possuem um erotismo enorme em estar vestida de mulher, mas não possui a menor atração por homens. Anormal? Claro que não, é só diferente.
O difícil convívio: aprendendo a ter duas pessoas dentro do mesmo corpo
Não é fácil imaginar que duas pessoas habitam o mesmo corpo. As crossdresser vivem esta realidade. Boa parte das cds (abreviatura para crossdresser) durante o dia são rapazes que vão trabalhar, fazem academia, enfim, tem uma vida normal. Muitos deles até posam de machões e são heterrosexuais. Quando estão na sua intimidade, podem gostar de colocar um simples item feminino (como uma calcinha, uma meia calça) e chegando até a transformação completa e assumindo uma outra identidade.
É aí que mora o perigo. Enquanto conseguimos separar bem, uma identidade da outra, não temos dificuldade em viver de bem com o nosso corpo e mente. Quando as duas começam a se confundir, isto pode significar que algo está errado.
Vale lembrar que não há obrigatoriamente dupla personalida. O João e a Maria que habitam o mesmo corpo podem ter os mesmos princípios, os mesmo ideais, mas possuem identidades diferentes: um é João, a outra é Maria. Vale lembrar também que para ser uma crossdresser a pessoa tem que estar harmonizada com o seu corpo. Uma crossdresser que no seu íntimo tem vontade de colocar silicone, tomar hormônios, é uma travesti. Pode não ser uma travesti no seu corpo, no seu lado externo, mas o seu psique solicita uma identificação com um corpo feminino. As crossdresser também são diferentes da drag. Enquanto as drags fazem uma posição caricata e extrema da feminilidade, as crossdresser buscam ao máximo a proximidade com as mulheres reais.
Concluindo, as cds não são travestis que não deram certo, nem drags mal montadas. São rapazes que na sua intimidade ou mesmo nas ruas, gostam de se vestir e se comportarem como mulheres.
Por Camila Stein
Redação FERVO.com.br
editor@fervo.com.br
editor@fervo.com.br
Conselhos para iniciantes
Ser crossdresser é perverter a natureza e a ordem natural das coisas? Creio que não. Muito embora fuja ao que se considera como "normal", o crossdressing nada mais é do que a expressão do eu-feminino que existe de maneira intensa em alguns indivíduos, especialmente dos que não temem a situação em si e não se omitem diante dos prazeres mais corrosivos, especialmente de reputações, daí o porque de ser este um fetiche secreto para a grande maioria.
Ir contra a ordem natural das coisas seria, neste caso, não atender a esse chamado e se esconder no armário. Entretanto, os fatores complicadores existem para todos, inclusive para as crossdressers. Especialmente as que estão se descobrindo como tal. Quando se é jovem as dificuldades se avizinham como montanhas intransponíveis em função da inexperiência inerente è juventude, mas com o tempo e a vivência transformam-se em castelos de areia que com as ondas do mar desaparecem.
Portanto, garotos, nada temam. Viver traz em si seus riscos, mas o deixar de viver traz consigo a frustração para toda uma vida. Riscos, por sua vez, são passageiros na maioria das vezes, assim como as consequências de se aceitar como se realmente é. Entreguem-se aos prazeres e vivam a dor e a delícia de ser aquilo que são, parafraseando Caetano.
E que aos olhos do mundo e da natureza continue sendo pervertida pelo fetiche secreto que é viver en femme. Seja entre 4 paredes, nas ruas durante a noite, ou ainda em plena luz do dia, o mais importante é não deixar de viver o que se quer viver, sem medo de ser feliz ou de sofrer. Ter medo é o maior obstáculo para toda e qualquer transformação, pois transformar significa, em última análise, mergulhar no desconhecido para enfim descobrir o que existe além do véu da incerteza.
Assim sendo, desejo a todas vocês, jovens crossdressers que buscam se descobrir enquanto garotas, uma caminhada por uma estrada suave e doce como um sonho bom.
E em cor de rosa.
Acessórios da mais alta qualidade para sua transformação em CDzinha. Tenha seu sonho feito realidade e vire mulher. Perucas, vestidos saias maquiagens incríveis; saltos e sapatos para uma montagem perfeita sentindo-se como uma diva desejada e aclamada. Libere seus instintos secretos seja uma mulher de verdade. Tenho experiência de dez 10 anos em transformação.
(41)995031065
(41)995031065
- ANOS: 29
- CEP: 81850050
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